Distância de projeção e pixel pitch de ecrãs LED, calculados com precisão para fichas técnicas de produção.
Aqui o pedido vira números: revê os valores lidos, escolhe uma das opções de tamanho e aplica às calculadoras.
Cola aqui o texto de um pedido/briefing, ou carrega um PDF do projeto ou uma foto/render de um evento (PNG ou JPEG). Um modelo de IA lê o documento e tenta extrair as medidas, o tipo de ecrã e outros requisitos.
Numa foto, a IA só identifica o que vê (ex: "é um ecrã LED", "parece um videowall curvo") — nunca mede tamanhos a partir da imagem. Para replicar um evento fotografado numa sala nova, escreve as dimensões reais dessa sala no texto ao lado — o dimensionamento sai sempre daí.
Se precisares mesmo de tirar uma medida da foto, há a régua: apontas na imagem uma coisa de medida conhecida (uma porta, um tile, uma marca no chão), dizes quanto mede, e a app dá escala ao resto. Com câmara no aparelho, dá também para tirar a foto ali mesmo. A régua é aproximada e só vale para coisas no mesmo plano da referência, com a câmara mais ou menos de frente — serve para uma ordem de grandeza, não para cortar estrutura.
Sem sala nenhuma indicada mas com um número de pessoas no texto (ex: "evento para 300 pessoas"), a sugestão de tamanho aparece marcada como estimativa — plateia quadrada calculada com uma densidade real de ocupação (norma IBC, ajustada conforme o texto diga sentado ou de pé), nunca uma medida a sério. Confirma sempre a disposição real antes de aplicar.
Revê e confirma sempre os valores antes de os aplicares — a IA pode falhar a leitura ou interpretar mal um documento ambíguo, e os campos ficam editáveis precisamente para corrigires antes de "Aplicar".
Precisa de um Worker próprio configurado (ver "Configuração do assistente" abaixo) — sem isso não há para onde enviar o pedido.
As medidas da sala vivem no Preview 3D, onde se vê o projeto montado. Aqui traz-se o resultado: as duas apps partilham o mesmo sítio de arrumação do browser, por isso não há nada para copiar à mão.
Escolhe o projetor (ou personaliza os lumens — se souberes o light output mas não o modelo, a lista filtra-se sozinha para os que correspondem) e o tamanho do ecrã. A app calcula os dois sentidos ao mesmo tempo: se souberes a distância disponível, mostra as lentes que a cobrem; se souberes a lente, mostra a distância mínima e máxima onde funciona.
Quando estiveres satisfeito com o resultado, marca "Adicionar ao projeto" no resumo — os valores passam sozinhos para a aba Projeto.
Trabalha sempre a 80% da luminosidade nominal (margem para desgaste da lâmpada/laser) — lux = (lumens × 0,8) ÷ área do ecrã.
Indica o tamanho do ecrã (secção de cima) para saberes a que distância a plateia deve ficar. Mais abaixo, indica a distância disponível para saberes que tamanho de ecrã usar — usa o mesmo formato e standard escolhidos em cima.
O standard escolhido aqui é também usado pela aba Ecrã LED para calcular a distância de visualização.
—
Escolhe o modelo de tile (ou personaliza, incluindo o brilho em nits — se souberes o valor mas não o modelo, a lista filtra-se sozinha para os que correspondem) e o tamanho do ecrã, em nº de tiles ou em metros. Para ecrãs com várias secções diferentes (ex: central + laterais + tiras espalhadas com gaps entre elas), usa a aba Ecrã Complexo em vez desta.
Marca "Adicionar ao projeto" no resumo para levar este ecrã para a aba Projeto.
Para modelos com meio-tile disponível (ex: 100×50 + 50×50), o modo "Medida do ecrã (m)" afina automaticamente a medida final com um meio-tile na borda quando isso bate mais certo que arredondar sempre para o tile inteiro.
É outra coisa que procuras? ·
—
Standard usado: define-se na aba .
Valores de amperagem são o consumo máximo publicado pelo fabricante (pico, não a média em uso real) — a margem de segurança correta para dimensionar disjuntores/circuitos. Trifásica: amp por fase = (amp por tile × nº de tiles) ÷ 3.
Para setups com várias secções de LED (ex: central + laterais + tiras espalhadas), possivelmente com pitches diferentes. Adiciona uma zona por secção — cada uma com o seu modelo, nº de tiles e posição.
A posição (Centro X = horizontal, Centro Y = vertical, em metros) usa o centro de cada zona: um ecrã sozinho no meio fica em X=0/Y=0. O diagrama é desenhado à escala e calcula a dimensão total do conjunto já com os gaps entre zonas contemplados. Zonas novas posicionam-se sozinhas ao lado da última e o conjunto é recentrado de imediato, para não ficar tudo a fugir para a direita; a posição continua sempre editável à mão — ou arrasta a zona diretamente no desenho para a mover, usando Ctrl para movimento fino. O desenho mostra só o nome de cada zona; o tamanho e os limites em metros ficam na coluna de detalhes ao lado. A lista de cards ordena-se sozinha pela posição (mais à esquerda primeiro) para ser mais fácil encontrar o card certo. Clicar numa zona no desenho (sem arrastar) ou na coluna de detalhes salta logo para o card dela na lista e abre o popup de edição. O popup arrasta-se pelo título — útil para o afastar e ver o desenho por baixo enquanto editas.
Usa "Aplicar réplicas" numa zona para criar várias cópias iguais em fila de uma vez, com o gap e direção (horizontal/vertical) que definires — o caso direto de várias tiras repetidas. Se depois precisares de mudar o modelo/tamanho dessas cópias, edita só a zona original e usa "Atualizar réplicas" — aplica a alteração às outras com o mesmo nome-base sem criar novas nem mexer nas posições de cada uma.
Para abrir espaço a uma zona nova (ex: adicionar um ecrã à esquerda de tudo o resto): marca a caixa "Sel." nas zonas que já lá estão (ou usa "Selecionar todas"), indica quanto deslocar em X/Y no bloco acima da lista e carrega em "Mover selecionadas" — soma esse deslocamento à posição de todas as marcadas de uma vez, sem teres de editar zona a zona.
Zonas com o mesmo nome-base (ex: "Lateral", "Lateral 2", "Lateral 3") ficam marcadas automaticamente com a mesma cor no diagrama, no mapa de píxeis exportado e num pontinho junto ao nome de cada zona — só para ajudar a distinguir grupos à vista, não afeta os cálculos.
Desmarca a caixa "Vis." numa zona para a esconder — sai do diagrama, dos totais e do mapa de píxeis exportado, mas fica guardada (não é apagada). Útil para testar cenários sem uma zona ou para preparar uma zona que ainda não está confirmada.
"Remover esta zona", dentro do popup de edição, apaga só essa zona; "Limpar zonas", no fundo da lista, apaga todas de uma vez para recomeçar do zero — pede confirmação antes. Enganaste-te? Ctrl+Z (ou o botão "↩ Desfazer") desfaz a última alteração às zonas — remover, aplicar/atualizar réplicas, mover, arrastar ou limpar tudo. Nenhuma destas ações mexe nas outras calculadoras nem no projeto.
As zonas ficam guardadas automaticamente neste aparelho (mesmo que atualizes a página ou feches a app) — não precisas de gravar nada à parte.
Em ecrãs largos (computador), o diagrama fica num card à parte no topo, com a largura toda. O botão "+ Adicionar zona" fica sempre visível fixo no canto — não é preciso descer até ao fim da página com muitas zonas já criadas. Os números (total de tiles, píxeis, peso, etc.) ficam num card próprio ao lado da lista. Para o diagrama ficar mesmo fixo ao scrollar a lista, usa a versão avançada. Em telemóvel/tablet mantém-se a barra fixa condensada em baixo.
Marca "Adicionar ao projeto" no resumo para levar o total das zonas para a aba Projeto (equivale a ativar lá "Usar total das zonas").
"Exportar mapa de píxeis" e "Exportar máscara" geram um PNG do canvas combinado em píxeis (posição/tamanho reais de cada zona), para levar para um media server — o mapa tem legendas com os valores, a máscara é só preto/branco para usar como matte de conteúdo.
↗ Abrir versão avançada (página à parte, mesmas zonas)
Monitores de confiança/preview no palco — não são uma zona de ecrã LED nem entram nas contas do conjunto acima; é só uma quantidade e um tamanho guardados uma vez para o projeto todo, que seguem para o Preview ("Ver em 3D").
Escreve a diagonal e a largura/altura calculam-se sozinhas (ecrã 16:9 — o formato de qualquer monitor de confiança à venda hoje). Só mexe na largura/altura diretamente se for mesmo um caso fora do 16:9.
Serve para juntar vários projetores num ecrã maior do que um único projetor consegue cobrir. Escolhe "Calcular a partir do ecrã" para a app decidir o nº de projetores e o overlap sozinha a partir do tamanho desejado, ou "Eu defino nº e overlap" para controlares tu mesmo. Tal como em Distância de Projeção, personalizar os lumens filtra a lista de projetores para os que correspondem.
Marca "Adicionar ao projeto" no resumo para levar esta configuração para a aba Projeto.
Trabalha sempre a 80% da luminosidade nominal (um projetor mais gasto obriga os outros a acompanhar) — lux = (lumens × 0,8 × nº total de projetores) ÷ área do ecrã. Assume blending uniforme entre projetores.
Indica a distância até ao ecrã e a largura desejada para veres o throw ratio necessário — as lentes destacadas na tabela em baixo cobrem esse ratio. Se já souberes a lente, escolhe-a para veres a que distância ela cobre essa largura.
Separador informativo — mostra o que existe no mercado em geral, não apenas o que a empresa tem. Para as lentes compatíveis com equipamento próprio, usa o separador Distância de Projeção ou Projeto.
As lentes destacadas a azul na tabela cobrem este ratio.
| Marca | Modelo | Throw ratio | Fonte |
|---|
Junta tudo numa ficha técnica única para um evento. Podes preencher os campos aqui à mão, ou marcar "Adicionar ao projeto" nas calculadoras de Distância de Projeção, Ecrã LED ou Blending para os campos correspondentes virem preenchidos sozinhos — marcar uma dessas três desliga automaticamente as outras, porque um projeto só tem um tipo de ecrã de cada vez.
No fim, usa "Copiar relatório" ou "Descarregar .txt" para enviar a ficha técnica, e "Guardar projeto" para gravar um ficheiro que podes reabrir depois com "Abrir projeto…". Para começar um projeto novo do zero, usa "Limpar projeto" — repõe todas as calculadoras (incluindo as zonas do Ecrã Complexo e o Assistente de Projeto) ao estado inicial.
Indica a resolução, frame rate e profundidade de cor do sinal de vídeo para saberes o data rate e a ligação mínima (HDMI/DisplayPort/SDI) necessária, e que switchers ou processadores aguentam esse sinal na entrada.
Usa "↙ Ecrã Complexo" ou "↙ Projeto" para preencher a resolução acima com o canvas final já calculado nessas abas, em vez de a escreveres à mão — útil para veres já a ligação mínima e os switchers/processadores compatíveis para o ecrã real do projeto.
Em baixo também mostra, para o total de píxeis acima: quantos switchers de show da casa aguentam esse total (capacidade em megapíxeis, não só o pixel clock de um único sinal) e, se for para um ecrã LED, quantas unidades e exatamente quantas portas de cada processo de LED seriam precisas — a mesma conta usada na aba Projeto.
Os três blocos abaixo (Sinal de vídeo, Resultado, Switchers disponíveis e ligações a usar) abrem/fecham ao clicar no título — fecha o que não precisares para ver a página toda de relance.
Indica a resolução total de saída necessária (o canvas final, já com todos os ecrãs/zonas combinados) e o frame rate — a lista mostra os media servers cuja capacidade de saída cobre esse total.
Usa os atalhos "Usar resolução de" para preencher automaticamente a partir de outra aba já calculada, em vez de copiar à mão.
Uma cúpula não se dimensiona como um ecrã plano, e há três perguntas a responder: que resolução é que isto dá ao olho, quantos píxeis é que se perdem pelo caminho, e chega a luz.
A resolução mede-se em arcmin por píxel, não em "4K". O tamanho da cúpula não muda a resolução percebida — o ângulo que um píxel ocupa no olho é o mesmo seja a cúpula de 6 ou de 20 m. O olho resolve até cerca de 3 arcmin, e é esse o alvo.
Um fisheye desperdiça metade dos píxeis, e nenhum folheto o diz: o círculo tem de caber no lado curto do projetor, por isso um 4096×2160 só dá 2160 de dome master. Truncar recupera píxeis mas corta cúpula — a calculadora diz quanto.
Mais lúmenes não servem para ter mais luz. Numa cúpula a luz de um lado reflete-se e lava a imagem do outro, por isso as superfícies têm refletividade baixa (a fonte indica não mais de 50%). Mais lúmenes servem para poder ter a superfície mais escura — e é a superfície escura que dá contraste. Sem o ganho da tua superfície medido ou fornecido, esta calculadora não estima a luz, porque seria inventar.
Colocação e resolução são coisas diferentes. A colocação diz onde se pendura; a resolução sai de quantas imagens atravessam o pólo. Pela geometria das faixas: 1 ao centro com fisheye, 2 num anel sem zénite, 3 com zénite, 5 num anel duplo.
Quantos projetores? Não há fórmula publicada. O que a aba dá é um chão aritmético — os píxeis que a cúpula pede a dividir pelos que o projetor tem —, e as configurações que as fontes nomeiam: um só ao centro até cerca de 10 m (Loch Ness); 1 ao centro ou 3, 6, 10 em cove (Cosm); 2 a 50 projetores em cúpulas de 2 a 55 m (VIOSO). Acima desse chão quem decide é a cobertura.
A altura de montagem define a base da imagem. Um projetor de cove aponta para cima e para o lado oposto — não põe imagem abaixo do seu próprio plano horizontal. A faixa que fica por baixo não leva imagem, e o 3D desenha-a a vermelho. Baixar a montagem cobre mais cúpula; subir cobre menos e pede lente mais longa.
A lente: a conta é ao contrário. Em vez de estimar cobertura a partir de uma lente — o que sobre uma calota não sai de um throw ratio —, a aba calcula o rácio necessário para cobrir a fatia de cada projetor e confronta-o com o catálogo. A geometria é exacta sobre os pontos da fatia; a aproximação é uma só, e é esta: um quadro retangular sobre uma calota não é um retângulo, e um projetor de cove atira muito fora de eixo. Serve para saber a ordem da lente, não para a encomendar.
Fontes e contas em detalhe: ver a secção "Calculadora de dome" no PARA-CONTINUAR.md do repositório.
—
—
Escolhe um modelo de TV da lista (ou personaliza a diagonal) para saberes o tamanho do ecrã e a distância de visualização ideal. Nem todos os modelos têm a resolução confirmada — quando não tiver, ajusta à mão se precisares para o relatório.
Estes modelos também ficam disponíveis para escolher nos ecrãs DSM/delay da aba Projeto, e como atalho na aba Distância de Visualização.
—
Standard usado: define-se na aba .
Diz quanto tens de levar e até onde, e a app diz que óticas e que fibra chegam lá — para decidires o que comprar, e não só o que já tens.
Os débitos podem vir das outras abas: o data rate de um ecrã LED sai da Sinal & Data Rate, e a lista tem também os débitos de SDI e de vídeo sobre IP.
A segunda metade faz a conta que decide mesmo se uma tirada passa: o orçamento de perdas. Distância, conectores e emendas somam dB; se a soma passar o que a ótica aguenta, não passa — por muito que a tabela de distâncias diga que sim.
Nada aqui é inventado. Cada linha traz a fonte, e diz se vem de uma norma, da ficha de um fabricante, ou de uma fonte indicativa que ainda precisa de confirmação antes de se decidir uma compra com ela.
Esta tabela é uma primeira recolha, não o catálogo do mundo: o que não está aqui não é o que não existe. Faltam óticas que existem e ainda não foram recolhidas com fonte — entre elas as de longo alcance a 25 e 40 Gbps. Antes de pedir para comprar, confirma que não há uma opção mais barata fora desta lista.
Introduz a resolução do ecrã (largura × altura em píxeis) e o DPI/PPI do ecrã. Se não souberes o DPI, preenche a diagonal em polegadas e a app calcula-o automaticamente.
O resultado dá-te o tamanho físico real do ecrã em centímetros e polegadas, e as referências de conversão para criares apresentações e grafismos à medida exata desse ecrã.
Se o tamanho físico ultrapassar o limite máximo de slide personalizado do PowerPoint (56×56 polegadas / 142,2×142,2 cm), aparece um aviso — nesse caso é preciso reduzir a escala ou dividir o grafismo em várias peças.
Dúvidas técnicas do terreno: escreve a pergunta ou tira uma foto ao ecrã do software. A resposta usa as notas da equipa e pesquisa na web, e diz sempre de onde vem.
Também podes colar aqui o texto de um email, ou anexar um PDF/ficheiro de texto e pedir um resumo.
📋 Pedido de orçamento? Cola o pedido do cliente: respondo com opções lado a lado — só com o que é nosso, com mercado/aluguer, e a melhor sem limites — usando o nosso inventário e as Mike Apps.
Liga ou manda mensagem ao Mike. Identifica-te com:
Notas técnicas de afinação confirmadas no terreno, para consultar durante um trabalho. São notas práticas, não fichas do fabricante: confirma sempre no equipamento.
A carregar…
Cada aba no topo é uma calculadora independente — muda entre elas a qualquer momento sem perder o que já preencheste. No telemóvel, desliza a barra de abas para o lado para ver todas.
Há duas formas — usa a que fizer mais sentido para o que estás a fazer:
Vai à aba Projeto e preenche lá os campos (tipo de ecrã, projetor ou tile, tamanho, processamento). É mais rápido quando já sabes os números de cor.
Usa a Distância de Projeção, Ecrã LED ou Blending para calcular essa parte com calma. Quando estiveres satisfeito, marca "Adicionar ao projeto" no resumo — os valores passam sozinhos para os campos da aba Projeto, não precisas de copiar nada à mão. Marcar uma destas três desliga automaticamente as outras, porque um projeto só tem um tipo de ecrã de cada vez.
A Distância de Visualização não tem campos próprios no projeto (o standard usado é geral, não é por projeto) — marcar "Adicionar ao projeto" aí só deixa uma nota de referência no topo da aba Projeto.
Na aba Projeto podes ainda somar ecrãs DSM/delay e escolher os switchers de show compatíveis. Usa "Copiar relatório" ou "Descarregar .txt" para enviar a ficha técnica, e "Guardar projeto" para gravar um ficheiro que podes reabrir mais tarde com "Abrir projeto…" e continuar de onde ficaste. Para começar um projeto novo, usa "Limpar projeto".
Para se saber se vale a pena continuar a melhorá-la, a app conta quantos aparelhos a usam e que abas são abertas. Uma vez por dia, no máximo.
O que sai daqui: um número aleatório gerado à primeira vez neste aparelho (não é um nome nem um email — é esta cópia da app), a versão, e os nomes das abas que abriste.
O que nunca sai daqui: nada do que escreves. Nenhuma medida, nenhum nome de projeto, nenhum cliente, nenhum ficheiro, nenhuma foto. Sem IP, sem localização, sem browser. Isto sabe quantos, nunca quem — e nem sequer chega a saber a que horas, porque a data é a do servidor.
Sem rede não há contagem nenhuma nesse dia, e a app funciona na mesma — que é o que interessa num pavilhão.